[Dicas] Escreva melhor: 7 Dicas para ter Sucesso

Escreva melhor: 7 Dicas para ter sucessoEscrever bem é uma das chaves para termos um bom texto, porém, o português não irá nos salvar de um fracasso literário.

Antes de começarmos, como em tudo na vida, devemos pensar no que iremos escrever e como iremos passar essa escrita para o leitor. Ou seja, precisamos fazer uma pesquisa antecipada, seja ela sobre o leitor ou sobre a história que iremos contar.

A fim de ajudá-lo nessa pesquisa, vamos dar algumas dicas de como preparar o material necessário para que você possa começar com o pé direito para se ter sucesso no mercado editorial, nos seus contos e nas suas histórias.

 

7 Dicas para ter sucesso no Mercado Editorial

 

1. Qual é a categoria do livro?

Esqueça aquela ideia de que basta começar a escrever para se ter uma história. O objetivo não é dar dicas para escritores natos, mas para aqueles que estão começando a escrever e querem ver seus livros publicados no mercado editorial.

É verdade que sempre temos um esboço do que gostaríamos de escrever, por exemplo, um casal se apaixona e sofre pressão de seus familiares. Por mais comum que essa história possa parecer, Shakespeare, antes de escrever, já tinha criado um esboço. Porém, esse esboço pode ser encaixado em várias categorias:

  • um romance policial;
  • um romance urbano;
  • um romance provinciano;
  • um romance de ficção;
  • um suspense;

Enfim, ao criarmos o esboço, o que teremos é só o mote, o assunto, o tema. O que precisamos, agora, é ver em qual categoria iremos encaixá-lo.

Saber, desde cedo, qual é a categoria do seu livro, irá ajudá-lo a desenvolver a história e, consequentemente, criar as tramas, diálogos e cenários. Portanto, será um romance? Uma ficção? Um terror? Um suspense? Um romance policial?

Saber o que iremos escrever já é metade do caminho andado.

 

2. Quem é o teu leitor?

Alguns temas poderão ser mais bem desenvolvidos quando você souber quem será o leitor da sua obra. Ou seja, pra quem iremos escrever? Será para um público infantil, adolescente ou adulto? O seu livro será voltado às mulheres ou aos homens?

Entender o nosso público leitor é como saber em quem iremos atirar. Isto é, saberemos como abordar a história para que aquele público específico goste da nossa história. Assim, portanto, teremos como determinar o tipo de escrita e linguagem com o qual será feito o livro.

Desta forma, não ignore essas duas primeiras dicas, pois são de extrema importância para se ter sucesso no mercado editorial.

 

3. Quem é o teu protagonista?

Agora que já temos um tema, uma categoria e já sabemos o nosso público alvo, precisamos criar nosso protagonista.

Como falamos aqui no Folhetim, um personagem cativante deve possuir certas características para atrair o interesse do público. Logo, tendo em mãos a nossa seleção do público alvo, podemos estabelecer quem terá o direito de se tornar um protagonista nesta história. Será ele um homem ou uma mulher?

Veja, a escolha do protagonista dependerá mais do teu público alvo do que da categoria em que se encaixará o teu livro. Seguindo o nosso exemplo de Romeu e Julieta, vemos que essa história é voltada a um público mais jovem, pois trata-se de uma tragédia romântica, e quem nos dias atuais é que mais sofre por amor, ou acredita que sofre? Normalmente, os adolescentes tendem a ser mais devotos a histórias como essa. Veja o caso de Crepúsculo. Um amor impossível, onde ambos fazem sacrifícios para mantê-lo.

Portanto, sabendo quem é o teu público alvo, a história só tende a ser mais interessante e precisa.

 

4. Qual o ponto chave a história?

O ponto chave e o tema têm muito em comum.

Aqui você deve fortalecer o mote que você criou, evitando que a sua história fuja do ponto chave, que no nosso exemplo é “um casal se apaixona e sofre pressão de seus familiares”. Evitar que a história crie uma outra história paralela ajuda não só você, escritor, mas o seu público também, pois eles não irão ter outro objetivo a não ser querer ler mais e mais para descobrir se eles vão ou não conseguir ficar juntos no final.

Lembre-se, confundir o público é interessante, mas desde que você mantenha o foco da história. Isso demonstra seriedade e comprometimento com o texto.

 

5. Pesquisas

Agora que já temos um tema, uma categoria, já descobrimos qual é o nosso público alvo e já focamos no ponto chave, vamos à parte mais interessante e trabalhosa: a pesquisa.

Ainda com o nosso exemplo, se a história se passar em uma cidade grande, São Paulo, por exemplo, é bom que você saiba algumas informações básicas sobre a cidade; estações do ano, épocas de chuva, trânsito, principais avenidas, lugares culturais, parques, praias e etc. Quanto mais você souber sobre o ambiente em que se passa a história, melhor.

A pesquisa não só envolve a questão geográfica, mas uma questão de linguagem. Sabendo-se o público alvo, você deve buscar informações sobre termos utilizados nesse círculo de pessoas, lugares mais frequentados por elas, tipos de atitude… Enfim, a observação desse público, seja em redes sociais ou ao vivo, é parte integrante da pesquisa que você irá desenvolver.

Escrever um livro, muitas vezes, é mais um trabalho de pesquisa do que de criar histórias. Lembro de um velho ditado que um grande amigo me disse, certa vez: Deus encontra-se nos detalhes. Portanto, fazer um excelente trabalho de pesquisa só irá engrandecer a obra.

 

6. Comece a escrever

Agora chegamos ao que mais interessa: escrever.

Com todas as informações que já conseguimos, escrever não será problema algum. Você já tem um tema, já determinou a categoria, possui um público alvo e já fez a pesquisa necessária, logo, só falta você começar a escrever a tua história, nunca esquecendo de que o ponto chave deve ser mantido.

Já demos dicas de como escrever um conto; de como você deve fazer a escolha do personagem; como fazer o personagem ser cativante. Portanto, sugiro que você veja as outras dicas para conseguir escrever suas histórias com mais segurança.

 

7. Escolha a Editora

Pronto! Agora que terminamos de escrever o livro, precisamos ir atrás de alguma editora para publicá-lo – neste passo, utilizaremos a dica número dois para ajudar na escolha.

Não adianta você achar que a história está ótima e deve ser publicada pela melhor editora do mercado. Escolher a editora é fundamental para que você tenha maiores chances de conseguir que seu livro seja publicado. E foi exatamente pra essa última dica que fiz questão de colocar a dica número dois como “quem é o teu leitor?”.

No mercado editorial existem várias editoras, algumas grandiosas, outras mais humildes, porém, cada uma com um determinado público e segmento. Logo, para pesquisar (olha a parte trabalhosa novamente) qual é a melhor editora, sugiro que você volte para a dica dois e veja qual é o teu público alvo, e só assim passe selecionar quais as editoras que dão vazão ao tipo de história que você escreve, para o público que você determinou.

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Bom, pessoal, essa são as dicas que eu tinha pra hoje. Espero que elas possam ajudá-lo de alguma forma. E lembre-se: são dicas, não normas. Qualquer dúvida, comentários ou críticas, deixe um comentário que terei o prazer em respondê-lo.

Se tudo der certo, semana que vem, neste mesmo horário, teremos novas dicas no Folhetim Online. E, se você perdeu as anteriores, não fique preocupado, aqui estão elas:

  1. Escreva Melhor: 7 dicas para escritores
  2. Escreva um Conto: 8 dicas para contistas
  3. Melhores Diálogos: entenda os 3 tipos de discursos
  4. Melhores Diálogos: 7 dicas para escritores
  5. Leia Melhor: 6 dicas para a boa leitura
  6. 8 Dicas para celebrar o Dia Internacional do Livro
  7. + Dicas

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